Nota prévia: Não sei se este curriculum está actualizado, mas é o que há.
Começou a fotografar com apenas oito anos de idade. Natural de Condeixa-a-Nova, este fotógrafo tem um largo currículo nessa área. Actualmente acumula funções de coordenador do sector de formação, responsável e monitor pelo atelier de fotografia dos serviços regionais de Coimbra do Instituto Português de Juventude. Mas noutros tempos foi professor e teve colaboração como repórter fotográfico em vários jornais e revistas, nomeadamente em Moçambique nos jornais “Tribuna” e “Notícias de Lourenço Marques”. Já realizou mais de 15 exposições repartidas pelo país inteiro, África e França e foi co-autor de outras tantas, além de que já arrecadou cerca de 25 prémios em diversos salões de fotografia.
“Estive a trabalhar durante dois anos numa casa fotográfica em Lourenço Marques até abrir uma vaga para o Jornal de Notícias como repórter fotográfico”, explica António Pinto. Este fotógrafo esteve a estagiar durante seis meses nesse jornal até ser integrado como repórter fotográfico, profissão que abraçou até ao ano de “retorno”, 1977.
Já em Portugal, foi trabalhar durante dez anos para a Junta Central das Casas do Povo numa época em que existiam 1100 casas do povo em Portugal. Após a sua extinção, este fotógrafo ingressou no Instituto Português da Juventude onde se mantém há cerca de 20 anos. “Não existia fotografia, fui eu que iniciei a fotografia aqui na delegação regional do IPJ”, conta. Neste momento, António Costa Pinto é monitor de fotografia e garante que por ali já passaram “mais de mil pessoas que iniciaram a fotografia comigo”.
É também possuidor de uma colecção de 70 a 80 máquinas fotográficas, muitas delas antigas, que já foram alvo de uma exposição. Dessa colecção de máquinas fotográficas, este fotógrafo diz que “são quase todas antigas, mas têm de funcionar todas”.




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